quarta-feira, 27 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
INSPIRAÇÃO
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Poesias para Maria Ana
domingo, 9 de outubro de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Nem Freud sabe explicar

Poesia apresentada na ocasião da Colação de grau de minha filha, Maria Natália, representando os pais dos formandos.
Boa noite minha gente
Vai a minha saudação
Para todos neste ato
Carregado de emoção
No meu verso popular
Em especial saudar
A turma da colação
Eu falo com o coração
Pais e mães eu represento
Me sinto muito feliz
Grande meu contentamento
Sei pouca psicologia
Mas falo da alegria
Da grandeza do momento
Elevo meu pensamento
Para Deus Pai criador
Agradeço pela vida
Pela graça do amor
E esta turma especial
Que hoje aqui cola grau
Confirmando seu valor
Cada um sabe o labor
Para cada um chegar
Neste dia, nesta hora
Foi luta pra se danar
Foi tanta dificuldade
Olhe eu digo de verdade
Nem Freud sabe explicar
E para finalizar
Paz e saúde na vida
Parabéns para nós todos
Nesta data tão querida
E assim só pra babar
Quero homenagear
Maia Natália
Minha psicóloga preferida.
Ruy Rodrigues
Maceió-Al, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Disse e Digo
Você diz: é o destino
Se eu disser que é gente grande
Você diz é um menino
Se que disser que é sulista
Você diz é nordestino
Se eu disser é Beu Paulino
Você diz é Benvenuto
Se eu disser que é indeciso
Você diz é resoluto
Se eu disser: sou praciante
Você diz que eu sou matuto
Se eu disser absoluto
Você diz é relativo
Se eu disser é solução
Você diz: paliativo
Se eu disser que é indigesto
Você diz que é digestivo
Se eu falar é repulsivo
Você diz é um amor
Se eu disser que sou escravo
Você diz que é senhor
Se eu disser ôh cheiro bom
Você diz eita fedor
Se eu disser é Salvador
Você diz Rio de Janeiro
Se eu disser que só no Crato
Você diz no Juazeiro
Se eu disser tô no Iguatu
Você diz fui pra Salgueiro
Se eu disser sou o primeiro
Você diz é o segundo
Se eu disser cacimba rasa
Você diz riacho fundo
Se eu disser que é tio Antonio
Você diz é tio Raimundo
Se eu disser que é moribundo
Você diz é neonatal
Se eu disser Semana Santa
Você diz é carnaval
Se eu disser que é sertão
Você diz que é Litoral
Se eu disser que é Natal
Você diz que é São João
Se eu disse que é uma corrida
Você diz que é procissão
Se eu disser que é Apolinário
Você diz é Gavião
Se eu disser que é Lampião
Você diz é Ariano
Se disser roupa do couro
Você diz que é de pano
Se eu disser sou Cearense
Você diz Alagoano
Se falar que é profano
Você diz que é beato
Se eu falar tudo é verdade
Você diz tudo é boato
Se eu disser que é filé
Você diz é só o fato
Se disser eu sou do mato
Você diz que é da cidade
Se eu disser que é por amor
Você diz por caridade
Se eu falar meia – mentira
Tu falas meia – verdade
Se eu disser felicidade
Você diz muita tristeza
Se eu disser ir pro Recife
Você diz prá Fortaleza
Se eu disser salve o Icatu
Você quer Forró Beleza
Minha terra com certeza
È melhor que o Cariri
Agora quebro o contrato
Almoço arroz com pequi
Quem escreve é o poeta
Que é filho de seu Bibi!
Nas Alagoas, Novembro de 2006.
Contatos
ruy.r@ig.com.br
ou
benita.rodrigues@hotmail.com
obrigada.

